Quais os mitos sobre contratação de corretoras de seguro?

Quais os mitos sobre contratação de corretoras de seguro?

– Temos condições especiais negociadas com a nossa seguradora/corretora e ao elegermos uma corretora iremos perder as condições negociadas. Esta afirmação é falsa porque ao se eleger uma corretora as condições deverão ser mantidas e o que foi estabelecido em contrato não poderá ser modificado.
– A corretora atual é muito bem relacionada com a minha operadora/seguradora e se houver mudança iremos perder nas negociações. Esta afirmação também é falsa porque a seguradora ou operadora contratada não poderá favorecer uma corretora em detrimento de outra.
-As condições negociadas serão mantidas. Não é necessário estar atento ao aniversário do contrato, posso mudar de corretora a qualquer momento.Esse é um dos maiores equívocos. Como não existe uma regra oficial amplamente divulgada a maior parte das empresas tomadoras de serviços desconhecem os detalhes que a impedem de nomear um novo corretor a qualquer momento, salvo os casos onde a empresa contratante do serviço tenha oficializado esta condição através de um contrato específico a autorização para transferência de corretagem, fora do prazo, deverá ser submetida a aprovação da corretora atual.
A corretora atual é parceira e não se importará em autorizar a transferência de corretagem a qualquer momento. Conforme descrevemos no item anterior, a corretora atual poderá não concordar em transferir a corretagem antes ou depois do período indicado para isso que é de trinta dias do aniversário do contrato. Para evitar surpresas é importante assegurar esta opção em contrato.

Fique atento você pode estar perdendo tempo e dinheiro por estar mal assessorado. Entre em contato conosco e vamos sanar suas dúvidas. A 4Health Consultoria é uma das principais empresas no mercado e tem resultados sólidos para comprovar sua excelência no atendimento.

 

Fica mais caro contratar uma corretora de seguros?

Fica mais caro contratar uma corretora de seguros?

Não. Geralmente, por ocasião da precificação do produto, a seguradora ou operadora já inclui no custo um percentual que será destinado ao pagamento da corretora/consultoria. Mesmo quando a empresa contratante opta por uma relação direta com operadora, o valor destinado à corretora acaba por fazer parte do preço, uma vez que esta relação poderá mudar no futuro.

Ou seja, contratar uma corretora é mais vantajoso já que você tem total suporte para as decisões.

Na 4Health Consultoria, além de todo suporte operacional você também conta com programas de qualidade de vida exclusivos que ajudam a diminuir o impacto e uso de serviços de saúde.

Entre em contato conosco para saber mais.

Qual a diferença entre corretora de seguros e consultoria de benefícios ?

Qual a diferença entre corretora de seguros e consultoria de benefícios ?

De uma forma geral, a corretora de seguros é a empresa que comercializa produtos de seguros e oferece suporte após a venda.

Com o passar do tempo, algumas corretoras de seguros foram sofisticando os seus serviços, a fim de atender os clientes de forma mais personalizada e passaram a se denominar consultoria de benefícios, embora sejam corretoras também, na maior parte dos casos.

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O futuro da saúde

O futuro da saúde

Dois novos testes baseados em inteligência artificial chegam ao Brasil e evidenciam como a tecnologia torna os diagnósticos precisos e cria tratamentos sob medida.

Eles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo.

Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias.

Já é possível ver exemplos assim na prática. No Brasil, duas das principais novidades dizem respeito aos diagnósticos. O Grupo Dasa — reúne alguns dos principais laboratórios de exames do País — acaba de fazer uma parceria com hospitais de Harvard para a implantação de um sistema que tornará mais preciso o diagnóstico de câncer de próstata, o mais incidente entre os homens brasileiros.

Boa parte dos casos é pouco agressiva e cresce muito lentamente. Porém, a dificuldade em determinar qual tumor foge à regra muitas vezes leva a tratamentos desnecessários e lesivos. Com a tecnologia, as imagens obtidas em exames de ressonância magnética serão analisadas com base em banco de dados das instituições. A conclusão apontará o grau de malignidade. “O médico receberá um laudo com todas as informações. Terá mais recursos para decidir a terapia adequada”, explica o radiologista Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica do grupo.

 Genômica

No laboratório Fleury, começou a ser oferecido o primeiro exame com inteligência artificial do pioneiro programa Watson para Genômica, uma das aplicações de inteligência artificial da IBM. O teste avaliará o perfil genético da amostra tumoral e apontará, em segundos, as pesquisas mais recentes com opções em estudo para o caso. “O resultado ajudará o médico a saber, por exemplo, se o paciente tem condições para entrar em uma investigação sobre uma nova droga”, diz Edgar Rizzati, diretor executivo do Fleury.

Um dos maiores benefícios dos robôs da saúde é atender à necessidade específica do paciente. “O caminho é adotarmos uma medicina cada vez mais personalizada”, afirma a médica Ana Grubba, diretora de Marketing da Roche Diagnóstica Brasil.

Referência: Revista Isto É

Fonte: Anahp

Obesidade e diabetes preocupam

Obesidade e diabetes preocupam

Excesso de peso e diabetes 2 avançam em ritmo acelerado e, em 27 anos, podem acometer, respectivamente, 30% e 12,5% da população mundial. Estudo alerta ainda sobre a urgência de adoção de programas mais efetivos contra as duas doenças

Em menos de três décadas, um quarto da população mundial terá obesidade e uma em cada oito pessoas sofrerá de diabetes 2. A previsão é de um estudo apresentado ontem pela Universidade College London e pelo Centro de Diabetes Steno, da Fundação Novo Nordisk, no Congresso Europeu de Obesidade, em Viena. De acordo com os autores, esse será o cenário global caso a tendência atual de avanço do excesso de peso se mantenha.

Nos cálculos dos especialistas, se nada for feito para parar essa curva ascendente, daqui a 27 anos, o número de pessoas com índice de massa corporal (IMC) acima de 30 estará 14% maior em relação a 2017, e a quantidade de pacientes com diabetes 2 sofrerá aumento de 9%. Hoje, tanto a obesidade quanto a doença crônica, caracterizada pela não produção ou dificuldade de fabricação de insulina, já são consideradas epidemias: 650 milhões de pessoas estão com o peso acima do considerado saudável, enquanto 425 milhões têm diabetes 2, condição responsável por 12% dos gastos globais com saúde pública.

Para chegar à previsão, os pesquisadores utilizaram os dados de 2000 a 2014 da Organização Mundial da Saúde (OMS), que tem informações sobre todos os membros das Nações Unidas. A população dos países foi dividida em dois grupos etários, que, por sua vez, foram subdivididos em categorias de IMC. Esse índice, calculado pelo peso em quilos dividido pela altura ao quadrado, considera que o indivíduo tem sobrepeso quando está entre 25-29,9kg/m²; obesidade I, de 30 a 34,9kg/m²; obesidade II, de 35 a 40kg/m²; e obesidade III, acima de 40kg/m².

Pesquisadores defendem que existem cinco tipos de diabetes

A partir das estatísticas da Federação Internacional de Diabetes, os especialistas calcularam a prevalência de obesidade e diabetes II, concluindo que, para evitar a explosão de casos das duas condições, é preciso reduzir em 25% o número de pessoas com excesso de peso até 2045.

Além dos dados globais, os pesquisadores apresentaram dados específicos de oito países — China, Canadá, Dinamarca, Itália, Reino Unido, Estados Unidos, África do Sul e México — que, de acordo com eles, são representativos da população mundial. O cenário norte-americano é o mais alarmante. Se nada for feito, daqui a 27 anos, 54% dos habitantes do país estarão com obesidade (hoje, esse índice é 38,5%), e 17,6% terão diabetes (atualmente, são 14,4%).

Dos países em desenvolvimento, o México é o mais problemático: a estimativa é de obesidade em 2045 é de 47,1%, e de diabetes, de 15,4% (atualmente, os percentuais são, respectivamente, 30,6% e 10,5%). O trabalho apresentado não destaca os números brasileiros, mas, segundo o Ministério da Saúde, a obesidade avançou 60% entre 2006 e 2016, com 18,9% da população apresentando IMC acima de 30. Ao mesmo tempo, os diagnósticos de diabetes 2 aumentaram de 5,5% para 8,9% no período, de acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).

Basta o sobrepeso

A endocrinologista Cristiane Moulin, médica da clínica Metasense e secretária executiva da regional DF da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem-DF), explica que, hoje, já se fala em epidemia de diabesidade, termo cunhado para explicitar a forte associação entre os dois problemas. “Um dos principais fatores de risco de diabetes 2 é o excesso de peso”, diz.

Segundo ela, nem é preciso estar obeso: o sobrepeso é suficiente para desencadear alterações metabólicas sérias que podem levar ao desenvolvimento da doença crônica. Mais de 80% dos pacientes de diabetes, diz a médica, estão com sobrepeso, não com obesidade. “Mas o risco aumenta exponencialmente, de acordo com o grau de obesidade”, complementa.

Cristiane Moulin esclarece que são muitas as vias que fazem com que a gordura corporal em excesso contribua para aumentar o risco de diabetes, incluindo a falência das células beta no pâncreas sobrecarregado por tecido adiposo e a perda de capacidade do fígado de metabolizar o ácido graxo, quando há gordura visceral, aumentando a resistência do organismo à insulina.

Embora o diabetes tenha um componente genético, a secretária executiva da Sbem-DF esclarece que essas associações ocorrem independentemente de predisposição. O contrário também é verdade: quando se perde peso por meio de mudanças dos hábitos alimentares e de exercícios físicos, o risco de desenvolvimento da doença é reduzido, e mesmo quem já está com a condição instalada tem melhora de vários processos metabólicos alterados pelo diabetes e pela obesidade.

Desafio global

“Esses números destacam o desafio impressionante que o mundo enfrentará no futuro em termos de quantidades de pessoas que são obesas, ou têm diabetes tipo 2, ou ambos. Além dos desafios médicos que essas pessoas enfrentarão, os custos para os sistemas de saúde serão enormes”, disse, em nota, o principal autor do trabalho, Alan Moses, da Fundação Novo Nordisk. “Prevemos que a prevalência global de obesidade e diabetes aumente drasticamente, a menos que a prevenção da obesidade seja significativamente intensificada. O desenvolvimento de programas globais efetivos para reduzir a obesidade é a melhor oportunidade para retardar ou estabilizar a prevalência insustentável do diabetes. O primeiro passo deve ser o reconhecimento do desafio que a obesidade representa, e a mobilização de serviços sociais e de recursos de prevenção para retardar a progressão dessas duas condições”, observou.

A endocrionologista Cristiane Moulin concorda que o trabalho não é fácil, especialmente quando o excesso de peso já está instalado. “A luta é muito grande, e o mais fácil é tratar da prevenção, evitando que as pessoas evoluam para sobrepeso e obesidade. Uma vez que elas evoluam, conseguir emagrecer e se manter magro é mais difícil, embora não seja impossível”, diz. Para a médica, em termos de saúde pública, é preciso investir recursos no tratamento dessas pessoas, pois os custos com as comorbidades da obesidade, que vão além do diabetes, são ainda mais altos.

Por Paloma Oliveto

Fonte: Correio Braziliense (Ciência e Saúde)